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Presença feminina em startups
Dicas e Curiosidades - Empresas ou PME

Presença feminina em startups

Não importa qual o negócio, qual o tamanho da empresa: mulheres que empreendem geralmente têm o perfil de batalhadoras que vão atrás de seus sonhos. Para as mulheres, muitas vezes o empreendedorismo é uma possibilidade não apenas de construir um negócio rentável e mostrar seus talentos para negócios, mas também de conciliar a carreira e a maternidade de um jeito mais flexível, inclusive sem risco de demissão.

Apesar de existirem mais de cinco milhões de mulheres empreendedoras no Brasil, apenas 15,7% das startups brasileiras foram fundadas ou cofundadas por mulheres. Fora isso, segundo a ABS (Associação Brasileira de Startups), em 2019 apenas 3% das equipes de startups eram formadas por mulheres. As que tinham maioria feminina representavam 7% do mercado.

Com certeza, a baixa presença feminina nas startups não está ligada à uma questão de capacidade e competência. Os maiores desafios continuam sendo a dificuldade de captação de recursos, falta de autoconfiança e incentivo para a entrada no mercado de tecnologia.

Para mudar esse cenário, existem algumas iniciativas interessantes como, por exemplo, o programa Aceleração Itaú Mulher Empreendedora, que faz parte da comunidade Itaú Mulher Empreendedora.

O programa Aceleração Itaú Mulher Empreendedora é uma iniciativa do Itaú em parceria com a IFC, com aceleração da Yunus Corporate e FGVCenn e seleção da Pipe.Social, para impulsionar as mulheres a mudar o mundo por meio de negócios com alto potencial de transformação socioambiental.

No espaço de empreendedorismo tecnológico Cubo Itaú, há mais de 300 startups participantes de seu espaço físico na cidade de São Paulo ou de sua plataforma digital. Cerca de 42 delas são lideradas por mulheres.

Outra iniciativa bacana para dar mais espaço para as mulheres no mercado e gerar oportunidades para criar as bases de uma cultura de inovação e empreendedorismo, além de proporcionar mudanças no padrão de baixa participação feminina nas startups brasileiras, é o fundo WE – Women Entrepreneurship. Uma parceria do Sebrae e da
Microsoft com propósito é incentivar propostas disruptivas (tecnológicas e digitais) que tenham pelo menos uma mulher como sócia do empreendimento.

Naturalmente a presença de mulheres no ecossistema de inovação está crescendo. Com mais iniciativas como citamos acima, certamente esse caminho será mais curto e mais rápido.